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Training is an investment with return for temporary workers:
A social exchange perspective.
Maria José Chambel & Filipa Sobral
O objectivo deste artigo foi verificar se um relação de troca social entre os trabalhadores temporários (TT) e a organização era possível. Considerámos que a formação quando era percebida pelos TT como promovendo a sua empregabilidade permitia desenvolver esta relação de troca social. Investigámos 240 TT de Call Centre e os dados recolhidos permitiram-nos verificar que o compromisso afectivo destes trabalhadores resultava da percepção que tinham da formação desenvolvida pela empresa. No entanto, os trabalhadores atribuíam maior importância ao facto desta formação aumentar a sua empregabilidade do que ao número de horas de formação recebida. A relação entre esta prática de recursos humanos e o compromisso afectivo parcialmente ocorria através da percepção do suporte organizacional. Uma importante implicação deste estudo é que os empregadores não devem considerar que o treino é um investimento sem retorno por parte dos TT. As oportunidades de desenvolvimento, alem de importante para os empregados, faz com que se sintam mais ligados à empresa.